Me chamo CLEIBER FERNANDES terapeuta especialista em traumas de infância, relacionamentos e narcisismo afetivo.
Antes de ser terapeuta, eu fui paciente da vida.
Filho de um relacionamento difícil, cresci carregando marcas invisíveis de um pai que me ensinou — pelo exemplo — tudo o que eu nunca queria ser.
Prometi que faria diferente. Prometi que teria uma família feliz.
E foi essa promessa que me fez cair.
Entrei cedo em um relacionamento tentando realizar esse sonho. Mas o que eu chamava de amor… era apenas uma repetição inconsciente.
A síndrome do herói, moldada ao ver minha mãe sofrendo, me levou a atrair pessoas que eu achava que precisava salvar.
Só percebi muito tempo depois: eu não as amava de verdade. E pior… elas também não me amavam.
Era só carência trocando de roupa.
O resultado? Relacionamentos falidos, frustração profunda, e uma sensação constante de que algo em mim estava quebrado.
Foi no autoconhecimento que encontrei a verdade que nenhum relacionamento me deu:
Que ninguém me machucou mais do que eu mesmo tentando ser aceito.
Superar meus traumas de infância não foi rápido. Nem bonito. Mas foi real.
E quando finalmente me libertei das correntes invisíveis, conheci minha atual companheira.
Hoje, construo a família que antes era só uma fantasia — e vivo o que antes parecia impossível: paz, presença e reciprocidade.
Essa trajetória não me deu um diploma. Me deu propósito.
Sou terapeuta de alta performance emocional, com especialização em traumas da infância, relacionamentos tóxicos e narcisismo afetivo.
Minha missão é guiar outras pessoas pela mesma estrada que eu já percorri descalço — e mostrar que é possível reconstruir a própria história com dignidade, amor-próprio e autonomia.
Minhas sessões são um convite direto à reconexão com a sua essência real.
Não há promessas mágicas.
Mas há um processo claro, firme e profundamente humano, que transforma dor acumulada em liberdade emocional.
Se você sente que carrega dores antigas, padrões que se repetem, histórias que te esvaziam…
Talvez esteja na hora de parar de sobreviver — e finalmente aprender a viver.